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Foz registra um novo recorde na criação de empregos

O Caged de novembro mostra a economia de Foz do Iguaçu em franca expansão. No mês, foram criados 1.099 postos de trabalho com carteira assinada – um aumento próximo de 22% no comparativo ao mesmo período do ano passado. O desempenho é o melhor dos últimos dois anos, quando iniciou a pandemia.

 

Proporcionalmente, Foz do Iguaçu criou mais empregos que outras sete grandes cidades do Paraná: Curitiba (6.485), Maringá (1.184), Londrina (1.006), São José dos Pinhais (732), Cascavel (454), Araucária (306) e Ponta Grossa (272).

 

De janeiro a novembro deste ano, Foz do Iguaçu criou 4.086 empregos formais. As informações constam da atualização mensal do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), levantamento do Ministério do Trabalho e Emprego para acompanhar a situação da mão de obra formal no Brasil.

 

“O Caged deste mês confirma a recuperação extraordinária das atividades econômicas, especialmente no turismo, no comércio e nos serviços”, destacou o prefeito Chico Brasileiro. A recuperação, disse o prefeito, é resultado da vacinação contra a covid e dos protocolos sanitários rígidos adotados pelas empresas, especialmente as de turismo e serviços, para conter o avanço da doença.

 

Setores

O setor de serviços, que inclui todas as atividades relacionadas ao turismo, além de manutenção e reparação, liderou a criação de empregos com saldo positivo de 791 novos postos de trabalho no período. Em segundo lugar, está o comércio com 298 novos postos de trabalho, seguido da indústria com 42 e a agropecuária, com um novo posto de trabalho em novembro.

 

“Os índices de emprego voltaram ao que era no período anterior à pandemia”, destacou Chico Brasileiro. O entusiasmo do prefeito reflete a série histórica do Caged, que começou em janeiro do ano passado. Naquele mês, Foz do Iguaçu teve um saldo negativo com o fechamento de 94 postos de trabalho.

Em fevereiro do ano passado houve uma ligeira recuperação, com a abertura de 483 empregos formais. Com a chegada da primeira onda da pandemia, a partir de fevereiro e março, Foz registrou fechamentos sucessivos de postos de trabalho, até o mês de setembro, quando a curva voltou a subir positivamente.

 

Com a segunda onda da covid, no primeiro semestre deste ano, Foz do Iguaçu voltou a registrar saldo negativo. A partir do segundo semestre do ano, com o avanço da vacinação, os indicadores da doença começaram a cair, permitindo a retomada vigorosa da economia.

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